O meu corpo jaz adormecido no chão. As paredes cobertas de chicotes e correntes denunciam a razão do cansaço.
O Seu olhar percorre-me, sequioso de me ouvir gemer de novo. Não quer esperar nem mais um momento e num impulso, agarra num pequeno chicote pendurado na parede e golpeia-me as nádegas. Acordo sobressaltada pela dor e ordena-me "Levanta-te!". Uma pequena mancha vermelha forma-se na curva da nádega, imediatamente abaixo do tecido negro da tanga.
Olho nos Seus olhos com uma mistura de dor e emoção inflamada. Ele franze as sobrancelhas e devolve-me um olhar pétreo. Após alguns segundos, levanta o chicote que faz estalar novamente sobre as minhas nádegas. Solto um grito com a surpresa do impacto e rapidamente percebo o que me é exigido e coloco-me em posição: ajoelhada, de joelhos afastados e rabo apoiado nos calcanhares, costas das mãos abertas sobre as cochas. Apoia o cabo do chicote sob o meu queixo, forçando-me a levantar a cabeça. Olho-O nos olhos e sinto o meu peito arfar com a excitação da antecipação.
"Consegues fazer melhor que isso...", diz-me, e desce o chicote do meu pescoço até ao peito, puxando para baixo a renda, revelando os meus mamilos endurecidos. "Fazeres-me esperar para te apresentares??? É inaceitável e será punido." Os meus mamilos estavam orgulhosamente entumescidos, sobressaindo na pele branca. Para exemplificar o tipo de punição de que eu seria alvo, Ele faz estalar de novo o chicote, mas agora sobre o meu peito, fazendo-me suster a respiração e tornando os mamilos ainda mais duros. À medida que o chicote me lambe os mamilos estes ficam com uma deliciosa cor de cereja.
Durante algum tempo circunda e tortura o meu peito, até que encaminha o cabo do chicote para entre as minhas pernas, afastando o tecido já húmido de excitação e deixando a descoberto a minha cona. Ele sorri mais uma vez ao ver a minha pele rosada e a implorar pelo Seu toque. O Seu chicote bate contra o meu clitóris sensível e estremeço ao toque, fechando os olhos. Continua a fustigá-lo e eu não consigo evitar deixar escapar um gemido rouco de prazer, à medida que me contorço, abrindo as pernas e oferecendo-me.
"Recompõe-te", ordena-me, afastando o chicote das minhas coxas, com muita pena minha. Prontamente retorno à minha posição, aguardando instruções. "Vai até à cama e espera por mim.". "Sim, Senhor", respondo, antes de recuar alguns passo e me dirigir à cama. Posiciono-me da mesma forma que antes, ao lado de um dos pilares da cama de dossel, esperando por Ele, de olhos no chão. Não O vejo directamente mas reparo, pelos Seus movimentos, que pousa o chicote e Se senta na borda da cama.
Após um momento de silêncio, ordena que me deite sobre os Seus joelhos. "C... como?", pergunto numa voz trémula... "Sobre os Meus joelhos!!", repete de forma mais brusca, certificando-Se que eu me apercebo que a ordem é seria e para ser cumprida. Olho-O relutantemente enquanto obedeço, debruçando o meu tronco sobre o Seu colo e apoiando as minhas mãos no chão...
Sinto-O percorrer a minha pele com as suas mãos firmes e seguras, fazendo-me festas como se acariciasse um animal de estimação... "Linda!", sussurra. A Sua mão desce até às minhas nádegas, apertando cada uma delas, como se as espremesse. "Foste uma menina muito má!!" diz-me, e sinto os Seus dedos a ficarem tensos e logo de seguida a Sua palma da mão a bater ruidosamente contra a nádega direita. "E agora..." vai dizendo em voz baixa, entre dentes, enquanto me espanca... "precisas...", cada vez com mais força, "de ser punida!!".
Quando termina de o dizer toda eu tremo de excitação e sinto que o que me escorre entre as pernas me denuncia. Bate-me mais uma vez e instantes depois agarra-me os cabelos, puxando a minha cabeça para trás, obrigando-me a esticar o pescoço. "Sabes as regras!", rosna-me ao ouvido, enquanto enterra os Seus dedos em mim, sobre o tecido da tanga. Grito e empurro o meu corpo contra eles enquanto Ele continua a enterrá-los furiosamente. "Quantas?" Pergunta-me entre dentes, enquanto puxa cada vez mais os meus cabelos. "Q... q... quatro!" respondo entre lágrimas de dor e prazer. Mal consigo articular palavras enquanto continuo a sentir os Seus dedos dentro de mim. "Não ouvi!"... reclama... "Quatro, Senhor! Bateu-me quatro vezes"... é o que consigo arrancar de mim no meio do prazer que sinto ao ter os Seus dedos a invadir o meu corpo.
A minha resposta parece ter sido suficiente uma vez que retirou os Seus dedos e voltei a sentir a Sua mão a pintar-me as nádegas de um rosa vivo. Vou contando com esforço... "Cinco! Seis! Sete! Oito! Nove!..." a minha voz sobe de tom à medida que a contagem avança e empino o meu rabo tentando ir ao encontro da Sua mão. "Trinta" digo enquanto tento esconder uma lágrima que me escorre pelo rosto. A Sua mão, antes disciplinadora, acalma agora a minha pele, esfregando-a em círculos. Não resisto a mover as ancas como que a pedir que me acalme antes o calor que me queima entre as pernas. "Quieta!", ordena-me!
Retira-me a tanga, arrastando o tecido sobre as ancas e descendo pelas pernas, expondo a minha cona molhada, convidativa. Sinto-O a pulsar sob mim e desejo senti-Lo. Deixa a Sua mão cair mais algumas vezes sobre as minhas nádegas, que prontamente conto, como me é suposto. Afaga-me de novo as nádegas para logo de seguida me afagar a cona que já me doía de tão excitada que me encontrava.
Os Seus dedos acariciam-me cada vez mais depressa e eu não resisto a menear os quadris contra a Sua mão que por esta altura estava já coberta do meu mel. A Sua outra mão alcança o meu clítoris já endurecido, que esfrega com entusiasmo. O meu prazer é visível e Ele sente que estou a começar a perder o controlo do meu corpo, e pouco falta para me contorcer de prazer eufórico.
"Vira-te"... Deito-me sobre o seu colo, agora de barriga para cima e agarra-me o peito, apertando-o e bofeteia-o com a Sua mão esquerda enquanto alterna com palmadas vigorosas que me fustigam o clitóris e que me deixam à beira da loucura... Repentinamente enfia os Seus dedos em mim e com uma velocidade incrível fode-me, sentindo na Sua mão o orgasmo que se aproxima. Perco a noção de tudo o que me rodeia e numa questão de segundos o meu corpo explode numa onda de prazer e na mão dEle, que suavemente me dá a provar o que acabei de sentir, ao mesmo tempo que delicadamente me beija a testa. O meu corpo treme a cada toque Seu e carinhosamente abraça-me e sussurra... "Linda menina".

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