Debruças-me sobre as costas do sofá e arrancas-me a roupa. Afastas os meus pés obrigando-me a ficar de pernas abertas, exposta. Debruças-te sobre mim ao mesmo tempo que me agarras os cabelos e me sussurras ao ouvido "Demoraste a decidir-te!". Sinto-te sob o tecido da tua roupa, quente, pulsante. Ordenas-me que não me mexa e a vontade de obedecer é mais forte que qualquer amarra. Afastas-te, observando-me, observando a minha inquietude. O meu desejo faz-me apertar as coxas, mas recebo de imediato uma palmada reprovadora. "Quieta!" dizes com uma voz rouca e firme. Sinto-me a latejar, desejosa de te receber dentro de mim. Mentalmente imploro para que não demores, para que venhas, para que me fodas... mas sei que vais demorar ... adoras fazer-me esperar por ti.

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