Here's something to fill you up!
Tuesday, February 28, 2012
Monday, February 27, 2012
Fios de lava...
Fios de lava... são os fios de cera que deixas cair sobre o meu peito... Dor líquida que me queima a pele e me faz arquear o peito enquanto solto um grito surdo. O fio de cera escorre à medida que o calor se dissipa desenhando no meu corpo laivos de prazer.
Saturday, February 25, 2012
Friday, February 24, 2012
Thursday, February 23, 2012
Antecipação
Entreabro as minhas
coxas
no início dos teus beijos
imagino as tuas
pernas
guiadas pelo desejo
oiço o teu
gemido
calado pelos meus dentes
imagino a tua boca
rasgada
sobre o meu ventre
Maria Teresa Horta
Tuesday, February 21, 2012
Monday, February 20, 2012
Doce Castigo
O meu corpo jaz adormecido no chão. As paredes cobertas de chicotes e correntes denunciam a razão do cansaço.
O Seu olhar percorre-me, sequioso de me ouvir gemer de novo. Não quer esperar nem mais um momento e num impulso, agarra num pequeno chicote pendurado na parede e golpeia-me as nádegas. Acordo sobressaltada pela dor e ordena-me "Levanta-te!". Uma pequena mancha vermelha forma-se na curva da nádega, imediatamente abaixo do tecido negro da tanga.
Olho nos Seus olhos com uma mistura de dor e emoção inflamada. Ele franze as sobrancelhas e devolve-me um olhar pétreo. Após alguns segundos, levanta o chicote que faz estalar novamente sobre as minhas nádegas. Solto um grito com a surpresa do impacto e rapidamente percebo o que me é exigido e coloco-me em posição: ajoelhada, de joelhos afastados e rabo apoiado nos calcanhares, costas das mãos abertas sobre as cochas. Apoia o cabo do chicote sob o meu queixo, forçando-me a levantar a cabeça. Olho-O nos olhos e sinto o meu peito arfar com a excitação da antecipação.
"Consegues fazer melhor que isso...", diz-me, e desce o chicote do meu pescoço até ao peito, puxando para baixo a renda, revelando os meus mamilos endurecidos. "Fazeres-me esperar para te apresentares??? É inaceitável e será punido." Os meus mamilos estavam orgulhosamente entumescidos, sobressaindo na pele branca. Para exemplificar o tipo de punição de que eu seria alvo, Ele faz estalar de novo o chicote, mas agora sobre o meu peito, fazendo-me suster a respiração e tornando os mamilos ainda mais duros. À medida que o chicote me lambe os mamilos estes ficam com uma deliciosa cor de cereja.
Durante algum tempo circunda e tortura o meu peito, até que encaminha o cabo do chicote para entre as minhas pernas, afastando o tecido já húmido de excitação e deixando a descoberto a minha cona. Ele sorri mais uma vez ao ver a minha pele rosada e a implorar pelo Seu toque. O Seu chicote bate contra o meu clitóris sensível e estremeço ao toque, fechando os olhos. Continua a fustigá-lo e eu não consigo evitar deixar escapar um gemido rouco de prazer, à medida que me contorço, abrindo as pernas e oferecendo-me.
"Recompõe-te", ordena-me, afastando o chicote das minhas coxas, com muita pena minha. Prontamente retorno à minha posição, aguardando instruções. "Vai até à cama e espera por mim.". "Sim, Senhor", respondo, antes de recuar alguns passo e me dirigir à cama. Posiciono-me da mesma forma que antes, ao lado de um dos pilares da cama de dossel, esperando por Ele, de olhos no chão. Não O vejo directamente mas reparo, pelos Seus movimentos, que pousa o chicote e Se senta na borda da cama.
Após um momento de silêncio, ordena que me deite sobre os Seus joelhos. "C... como?", pergunto numa voz trémula... "Sobre os Meus joelhos!!", repete de forma mais brusca, certificando-Se que eu me apercebo que a ordem é seria e para ser cumprida. Olho-O relutantemente enquanto obedeço, debruçando o meu tronco sobre o Seu colo e apoiando as minhas mãos no chão...
Sinto-O percorrer a minha pele com as suas mãos firmes e seguras, fazendo-me festas como se acariciasse um animal de estimação... "Linda!", sussurra. A Sua mão desce até às minhas nádegas, apertando cada uma delas, como se as espremesse. "Foste uma menina muito má!!" diz-me, e sinto os Seus dedos a ficarem tensos e logo de seguida a Sua palma da mão a bater ruidosamente contra a nádega direita. "E agora..." vai dizendo em voz baixa, entre dentes, enquanto me espanca... "precisas...", cada vez com mais força, "de ser punida!!".
Quando termina de o dizer toda eu tremo de excitação e sinto que o que me escorre entre as pernas me denuncia. Bate-me mais uma vez e instantes depois agarra-me os cabelos, puxando a minha cabeça para trás, obrigando-me a esticar o pescoço. "Sabes as regras!", rosna-me ao ouvido, enquanto enterra os Seus dedos em mim, sobre o tecido da tanga. Grito e empurro o meu corpo contra eles enquanto Ele continua a enterrá-los furiosamente. "Quantas?" Pergunta-me entre dentes, enquanto puxa cada vez mais os meus cabelos. "Q... q... quatro!" respondo entre lágrimas de dor e prazer. Mal consigo articular palavras enquanto continuo a sentir os Seus dedos dentro de mim. "Não ouvi!"... reclama... "Quatro, Senhor! Bateu-me quatro vezes"... é o que consigo arrancar de mim no meio do prazer que sinto ao ter os Seus dedos a invadir o meu corpo.
A minha resposta parece ter sido suficiente uma vez que retirou os Seus dedos e voltei a sentir a Sua mão a pintar-me as nádegas de um rosa vivo. Vou contando com esforço... "Cinco! Seis! Sete! Oito! Nove!..." a minha voz sobe de tom à medida que a contagem avança e empino o meu rabo tentando ir ao encontro da Sua mão. "Trinta" digo enquanto tento esconder uma lágrima que me escorre pelo rosto. A Sua mão, antes disciplinadora, acalma agora a minha pele, esfregando-a em círculos. Não resisto a mover as ancas como que a pedir que me acalme antes o calor que me queima entre as pernas. "Quieta!", ordena-me!
Retira-me a tanga, arrastando o tecido sobre as ancas e descendo pelas pernas, expondo a minha cona molhada, convidativa. Sinto-O a pulsar sob mim e desejo senti-Lo. Deixa a Sua mão cair mais algumas vezes sobre as minhas nádegas, que prontamente conto, como me é suposto. Afaga-me de novo as nádegas para logo de seguida me afagar a cona que já me doía de tão excitada que me encontrava.
Os Seus dedos acariciam-me cada vez mais depressa e eu não resisto a menear os quadris contra a Sua mão que por esta altura estava já coberta do meu mel. A Sua outra mão alcança o meu clítoris já endurecido, que esfrega com entusiasmo. O meu prazer é visível e Ele sente que estou a começar a perder o controlo do meu corpo, e pouco falta para me contorcer de prazer eufórico.
"Vira-te"... Deito-me sobre o seu colo, agora de barriga para cima e agarra-me o peito, apertando-o e bofeteia-o com a Sua mão esquerda enquanto alterna com palmadas vigorosas que me fustigam o clitóris e que me deixam à beira da loucura... Repentinamente enfia os Seus dedos em mim e com uma velocidade incrível fode-me, sentindo na Sua mão o orgasmo que se aproxima. Perco a noção de tudo o que me rodeia e numa questão de segundos o meu corpo explode numa onda de prazer e na mão dEle, que suavemente me dá a provar o que acabei de sentir, ao mesmo tempo que delicadamente me beija a testa. O meu corpo treme a cada toque Seu e carinhosamente abraça-me e sussurra... "Linda menina".
Sunday, February 19, 2012
Saturday, February 18, 2012
Friday, February 17, 2012
Thursday, February 16, 2012
Dormia tão sossegada
"Dormia tão sossegada
Pernas tão tenras na cama
Eu fui-me chegando a ela
Quis partilhar uma chama
Dormia tão sossegada
Os dedos tão inocentes
Eu desejei-a tão forte
Os preconceitos ausentes
E a lua estava lá fora
Para além do firmamento
A fingir que não sorria
Desse espantoso momento
Dormia tão sossegada
Os lábios entreabertos
A calma em forma de sonho
Com os sentidos despertos
Ela ficou sossegada
Depois da minha visita
A desenhar os lençóis
Ficou ainda mais bonita
E a lua estava lá fora
Para além do firmamento
A fingir que não sorria
Desse espantoso momento
Nunca ninguém me tinha dito
Assim tão bem
Como alguém pode ser tão igual
Independentemente donde vimos,
Da cor da nossa pele,
Da nossa religião,
Do nosso dinheiro,
Da nossa moral
E a lua estava lá fora
Para além do firmamento
A fingir que não sorria
Desse espantoso momento
Desse espantoso momento
Desse espantoso momento."
Wednesday, February 15, 2012
Master and Servant
"It's a lot...
Like life.
There's a new game
We like to play you see
A game with added reality
You treat me like a dog
Get me down on my knees
We call it master and servant
We call it master and servant
It's a lot like life
This play between the sheets
With you on top and me underneath
Forget all about equality
Let's play master and servant
Let's play master and servant
It's a lot like life
And that's what's appealing
If you despise that throwaway feeling
From disposable fun
Then this is the one
Domination's the name of the game
In bed or in life
They're both just the same
Except in one you're fulfilled
At the end of the day
Let's play master and servant
Let's play master and servant
Let's play master and servant
Come on master and servant"
Tuesday, February 14, 2012
Monday, February 13, 2012
Rendez-vous
Chegas silencioso, mas de olhar decidido e um sorriso matreiro que me arrepia. Puxas-me para ti, enlaças-me pela cintura e eu sinto o meu peito pressionado contra o teu. Com a tua boca encontras a minha e num beijo ardente e ansioso declaramos o desejo mútuo. Pressionas os teus lábios contra os meus e a minha língua procura a tua como se de uma dança frenética se tratasse. Enquanto recupero o fôlego passas os teus lábios ao de leve sobre os meus, roçando suavemente, molhando, desarmando qualquer hesitação que ainda persista.
Enquanto me beijas o pescoço vais-me contornando, até ficares por trás de mim. Rodeias-me com os teus braços e sentes-me o peito. De forma delicada mas firme guias-me até à parede, contra a qual me empurras. As tuas mãos sofregas procuram-me por debaixo da roupa. Apertas-me os seios e sentes entre os dedos os bicos rijos, sedentos de ti.
Neste momento tens-me na tua mão, expectante, com uma excitação crescente que me deixa doida. Sinto os teus dedos percorrerem-me o corpo em busca dos pontos mais sensíveis ao mesmo tempo que me tiras a roupa. Cada vez mais sedenta de ti empino o meu corpo e sinto-te contra mim, o calor do teu corpo que quero sentir dentro de mim.
Fico assim nua, de mãos na parede. Ajoelhas-te e acaricias-me a pele suave das coxas. Abro ligeiramente as pernas num convite tímido. Tu não tens pressa em subir e, propositadamente, demoras-te em carícias, aumentando o meu desejo, vendo a excitação húmida apoderar-se de mim. Impaciente, arqueio as costas convidando a outros avanços. As tuas mãos percorrem-me a barriga e as costas, descendo levemente, mas sempre contornando o centro de prazer.
Volto a acentuar o convite arqueando ainda mais as costas. Continuas a brincar com os teus dedos na minha pele, beijando o interior das coxas e as nádegas, quando, não aguentando mais, me chego para trás de encontro à tua boca, e solto um gemido intenso ao sentir a tua respiração contra mim. Beijas-me "como se de uma boca se tratasse" e o calor da tua boca e a tua língua húmida levam-me à loucura. O sangue ferve-me nas veias, a pele arrepia-se e tu, adivinhando um orgasmo, invades-me com os teus dedos que me penetram compassadamente, ao ritmo dos meus gemidos. Acompanho os teus movimentos com um ondular de ancas e é nesta altura que tenho o meu primeiro orgasmo que me deixa de pernas trémulas, ofegante. Mas nunca poderíamos ficar por aqui...
Levantas-te e sinto que tiras as tuas roupas. Encostas-te a mim e o calor do teu corpo deixa-me inebriada e sinto que me procuras. Ajeito as ancas pedindo que entres dentro de mim ao mesmo tempo que as agarras e me penetras lentamente, deixando-me saborear-te pouco a pouco. Uma união calma, que esconde um desejo animal que em breve será impossível de esconder. Olho sobre o ombro para ti e, num sinal para aumentar o ritmo, finco os pés e arqueio as costas uma última vez... Possuis-me com firmeza, em investidas quase violentas, enquanto com uma mão procuras segurar-me pelo cabelo... a união frenética do corpo.
Ouves os meus gemidos, cada vez mais intensos, ao mesmo tempo que a tua respiração ofegante me deixa cada vez mais desnorteada. Venho-me com um grito de prazer e todo o meu corpo estremece, sinto-me atordoada com a intensidade. Também tu te sentes mergulhado numa dança de prazer e pressionando o teu corpo contra o meu, explodes numa última investida.
Relaxas sobre as minhas costas. Separamo-nos, viras-me para ti e beijamo-nos, enquanto sentimos os corpos acalmar.
Saturday, February 11, 2012
A Entrega - Parte II
Baixo os olhos e algo em mim me impele a obedecer e é com embaraço que lentamente descruzo as pernas. Não consigo olhá-Lo nos olhos e por isso mantenho o olhar fixo no copo, que rodo maquinalmente com a ponta dos dedos. É com um frio na barriga que afasto ligeiramente as pernas. Arrisco olhar em frente e sou brindada com um sorriso malicioso que me faz saltar o coração no peito. Recebo mais um SMS... "molha o dedo na bebida e toca-te".
Olho timidamente em volta, para garantir que mais ninguém me vê, e toco na bebida cremosa, levando de seguida o dedo entre as pernas. O líquido frio arrepia a minha pele quente e o contraste agrada-me deixando escapar um leve gemido. Olho para Ele e vejo que se recosta na cadeira, observando-me com uma sobranceira satisfação. Sinto-me encorajada a prosseguir e também eu me recosto, de olhar fixo nEle, tirando prazer da satisfação que Lhe dou.
Os meus dedos percorrerem-me suavemente, tirando partido da excitação de estar num local público, perante alguém que mal conheço. O meu peito arfa sob o vestido, sinto os mamilos retesados e não resisto a apertá-los. Mais abaixo, os dedos deslizam sobre a carne húmida, quente, palpitante, e exploro o meu corpo cada vez com mais vontade, cada vez com mais volúpia, à medida que sinto o Seu olhar percorrer cada centímetro meu.
Começo a contorcer-me na cadeira, o meu corpo estremece, fecho os olhos e deixo-me envolver por doces sensações... quando sou surpreendida pela Sua mão a apertar o meu peito e a Sua voz no meu ouvido... "Só te vens quando Eu o permitir!".
(...continua...)
(...continua...)
Tuesday, February 7, 2012
Monday, February 6, 2012
A Entrega - Parte I
Combinamos encontrar-nos num bar na cidade. As instruções dEle são claras e especificam o que vestir, a que horas chegar e onde sentar. Preparo-me em casa, seguindo escrupulosamente as indicações, e cinco minutos antes da hora marcada estou a transpor a porta do bar.
Procuro a mesa indicada, sento-me, e peço um licor de whisky. Não aprecio, mas cumpro ordens. Segundos depois recebo um SMS que diz "Vai à casa de banho e despe as cuecas". Olho em volta, mas não está ninguém nas mesas. Reparo apenas num homem sentado ao balcão, de costas para mim, mas que não esboça qualquer movimento na minha direcção.
Levanto-me, vou até aos lavabos, onde faço o que me foi dito. Componho o vestido e volto à mesa enquanto olho para o balcão para ver que o homem desapareceu. Sento-me, e quando levanto os olhos vejo o homem de há pouco sentado à minha frente, a poucas mesas de distância. Não sei se é Ele, afinal de contas nunca o vi e é o nosso primeiro encontro, mas sinto um calafrio quando os seus olhos cruzam os meus.
Continuo a minha bebida, sentindo o olhar daquele homem a queimar-me a pele. Só pode ser Ele! Recebo outro SMS que me diz "abre as pernas". Coro de imediato! O vestido é curto e sei que se fizer o que me é dito vou estar exposta a olhares... ao olhar dEle. Cruzo as pernas e olho-O nos olhos, com uma expressão interrogadora e desafiante. A resposta é pronta e sob a forma de um SMS. "JÁ!".
(... continua ...)
Sunday, February 5, 2012
Friday, February 3, 2012
Thursday, February 2, 2012
A espera...
Debruças-me sobre as costas do sofá e arrancas-me a roupa. Afastas os meus pés obrigando-me a ficar de pernas abertas, exposta. Debruças-te sobre mim ao mesmo tempo que me agarras os cabelos e me sussurras ao ouvido "Demoraste a decidir-te!". Sinto-te sob o tecido da tua roupa, quente, pulsante. Ordenas-me que não me mexa e a vontade de obedecer é mais forte que qualquer amarra. Afastas-te, observando-me, observando a minha inquietude. O meu desejo faz-me apertar as coxas, mas recebo de imediato uma palmada reprovadora. "Quieta!" dizes com uma voz rouca e firme. Sinto-me a latejar, desejosa de te receber dentro de mim. Mentalmente imploro para que não demores, para que venhas, para que me fodas... mas sei que vais demorar ... adoras fazer-me esperar por ti.
Wednesday, February 1, 2012
I want your sex
"I swear i won't tease you
Won't tell you no lies
I don't need no bible
Just look in my eyes
I've waited so long baby
Now that we're friends
Every man's got his patience
And here's where mine ends
I want your sex"
(George Michael - I want your sex)
Nothing but shoes
"Baby, show me, show me
What's your favorite trick that you wanna use on me
And I'll volunteer
And I'll be flowing and going
Till clothing disappears, ain't nothing but shoes on me"
(Ciara - Love Sex Magic)
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