“I do not want to be the leader. I refuse to be the leader. I want to live darkly and richly in my femaleness. I want a man lying over me, always over me. His will, his pleasure, his desire, his life, his work, his sexuality the touchstone, the command, my pivot. I don’t mind working, holding my ground intellectually, artistically; but as a woman, oh, God, as a woman I want to be dominated. I don’t mind being told to stand on my own feet, not to cling, be all that I am capable of doing, but I am going to be pursued, fucked, possessed by the will of a male at his time, his bidding.”
"Eu não quero mandar. Eu me recuso a mandar. Quero viver obscuramente e ricamente minha feminilidade. Quero um homem deitado sobre mim, sempre sobre mim. A sua vontade, o seu prazer, o seu desejo, o seu modo, a sua sexualidade são a pedra basilar, o seu comando, o meu pivô. Não me importo de trabalhar, me auto sustentar intelectualmente, artisticamente; mas como mulher, oh meu Deus, como mulher quero ser dominada. Não ligo se me dizem para ser independente, andar pelos meus próprios pés, não me apegar a nada, ser tudo o que sou capaz de ser, mas eu vou ser caça, fodida, possuida pela vontade de um homem quando ele quiser e de acordo com suas ordens."
Anaïs Nin

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