Wednesday, January 11, 2012



Fantasio em ser surpreendida à saída do trabalho...

Vultos que se escondem nas sombras aproximam-se em silêncio. Olho em volta enquanto caminho apressadamente para o carro. Não vejo ninguém mas sinto um calafrio que me faz apressar o passo. Uma aragem nocturna faz restolhar as folhas e dou um pulo, assustada. Sem aviso, sou atirada contra o carro.  Não vejo quem me agarra, mas sou imediatamente algemada, amarrada, vendada. Tento debater-me, esperneio, tento gritar, apesar da mão firme que me agarra a boca. Uma voz pausada, firme, diz-me "Schhh... não queres que te magoe, pois não?". Fico estática. O meu lado racional diz-me que devo tentar escapar mas algo naquela voz me faz obedecer. 

Sou levada para local incerto, onde sou acorrentada a uma cruz. Aí, o meu "carcereiro", submete-me a um rigoroso interrogatório. Quando erro, quando falho na resposta esperada, sou devidamente castigada, humilhada e disciplinada. Floggers, cera, molas, a lâmina fria de uma navalha encostada à pele... tudo contribui para me deixar a escorrer tesão pelas coxas, apesar da dor. Uma mão que me aperta o pescoço enquanto outra me dá palmadas na cona. A cada impacto gemo de prazer e peço mais e mais.

Sou então desamarrada e forçada a ajoelhar, onde sou presenteada com o caralho do meu "abusador". Acolho-o na minha boca com sofreguidão e chupo-o com devoção. Sinto-o a crescer na minha boca, a pulsar, ouço o seu respirar entrecortado e tento ser a melhor puta que alguma vez o chupou. Ao mesmo tempo sinto outras mãos machucar-me as mamas, a apertar os mamilos e páro apreensiva. 

Ao parar enfureço o meu Dono... deita-me numa mesa, de barriga para cima, ainda vendada e de mãos amarradas, sinto-o a bofetear as minhas mamas que ardem de dor e prazer. Coloca-se de pernas abertas sobre mim e fode-me a boca, sufocando-me, por vezes, enquanto sinto uma língua húmida a invadir-me a cona. Apercebo-me que as mãos que me agarraram antes por trás são suaves, de mulher, a dona da língua que me fode deliciosamente e que me desconcentra enquanto tento sorver o caralho que me rebenta a boca. 

O orgasmo está iminente... o corpo contorce-se em convulsões de prazer, arqueio as ancas em direcção à boca da mulher que me lambe e com um grito rouco estremeço de prazer. Por momentos pareço perder os sentidos tal a intensidade do prazer, mas não me é permitido recuperar. Percebo que há uma troca de lugares e sinto encostada às minhas faces uma pele suave e perfumada, que identifico como sendo da mulher, que agora quer ver retribuído o "favor" e desce uma cona quente, húmida e palpitante sobre a minha boca, que devoro sofregamente, inspirada pelos gemidos que provoco. Sinto então algo a forçar a entrada na minha cona e gemo de prazer antecipado, que fica rapidamente suspenso ao sentir que não é o caralho do meu Dono que me fode, mas sim um dildo, empunhado pela mulher que eu lambo e que me esfrega raivosamente o clitoris. 

Nesse momento sinto um calafrio ao pensar onde estará o meu Dono, mas rapidamente acalmo ao ouvir a sua voz quente a aproximar-se. Ordena à mulher que saia de cima de mim e que mudemos de posição. Fico de 4, ela deita-se sob mim, com a cabeça entre as minhas pernas. Volta a introduzir o dildo na minha cona enquanto eu volto a mergulhar no mel que me atrai entre as pernas dela, quando sinto uma forte palmada nas nádegas que me faz encolher de dor. O meu Dono empurra-me a cabeça contra a cona dela, deixando-me quase sem ar, enquanto esfrega um, dois, três dedos na minha cona. Sinto então algo quente, duro, firme a forçar a entrada no meu cu. Apesar de receosa, estou desertinha por sentir aquele pau enterrado em mim. Sinto as suas mãos nas minhas ancas, a puxar-me contra ele, a forçar. Gemo de dor, um arrepio percorre-me o corpo, ele vê a minha pele arrepiada e sorri maliciosamente... e de uma só estocada enterra bem fundo aquele pau grosso e quente, e arranca-me um grito profundo.

Fode-me o cu com calma, pergunta-me se gosto, mas antes que eu possa responder, agarra-me pelo pescoço e rosna-me ao ouvido que, como puta que sou, só tenho que obedecer e não que gostar. Aumenta gradualmente o ritmo, debruça-se sobre mim e aperta-me os mamilos enquanto me chama de cadela vadia, sem vergonha. E é assim que me sinto... uma puta, uma cadela no cio que apenas quer ser usada e fodida de todas as maneiras. Ondas de prazer percorrem-me enquanto sinto o meu corpo a ser arrombado de forma tão deliciosa. 

Estou quase a vir-me, ele sente-o, e aperta-me o pescoço fazendo-me quase sufocar, tornando-o no mais intenso orgasmo que já tive. Sai de dentro de mim, ordena à mulher que retire o dildo, manda-me virar de barriga para cima, abre-me as pernas e observa-me de forma reprovadora dizendo "só uma puta ficaria assim aberta para o seu Dono" e de forma alternada vai enterrando o seu caralho na minha cona e cu, até que finalmente me retira a venda, para se vir na minha cara.

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